Ação da Mulher Trabalhista RS

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Encontro reforçou a importância da participação feminina nas atividades partidárias e nas Eleições de 2020.

                Em convenção realizada no auditório da Sede do Partido Democrático Trabalhista (PDT), em Porto alegre, a Ação da Mulher Trabalhista – AMT/PDT/RS, elegeu no último sábado, (14/12), nova Executiva, Diretório, Conselhos de Ética e Fiscal, além das Coordenadorias Regionais deste Órgão de Ponta, para Gestão 2019/2023.

No encontro, fora aclamada a Chapa Única, que tem como Presidente - Salete Beatriz Roskowski, Vice-presidente – Ângela Contursi, Secretaria Geral – Mirian Fonseca, Secretaria – Noêmia dos Santos, Tesoureira – Adenir de Fátima Janh e Jurídico – Franciele Hermes Chesani, e mais 60 companheiras que compõem o diretório.

A Presidente Nacional da AMT, Miguelina Vecchio, falou da importância da construção do trabalho das mulheres no partido e ressalta que esta construção, além de coletiva é individual, “Ocupar um espaço de poder, não é um presente que nos é dado, é uma conquista, afirmou ela, incentivando as mulheres a se dedicarem as causas femininas em seus municípios.

Salete Roskowski salientou do fortalecimento do movimento, “Precisamos atuar em conjunto, principalmente nos municípios onde não há Órgão constituído, é lá que vamos nos dedicar ao empoderamento de mais e mais mulheres, para construção e ocupação de mais espaços de poder. Só assim construiremos uma sociedade e um futuro melhor”, garantiu a nova Presidente.

A convenção contou com a presença de 217 companheiras de diversos municípios do Estado do RS.

 Mirian Fonseca –

Secretária Geral Assessoria de Imprensa – AMT/ RS

miguelina titulo cidada maranhense

A presidente nacional da Ação da Mulher Trabalhista (AMT), Miguelina Vecchio recebeu o título de Cidadã Maranhense, em sessão solene realizada nesta quarta-feira (9) na Assembleia Legislativa do Maranhão. A honraria foi proposta pela deputada estadual Valéria Macedo (PDT), em reconhecimento à forte militância política de Miguelina, assim como sua incansável luta pelos direitos das mulheres no Brasil.

A solenidade reuniu representantes de entidades do movimento de mulheres, lideranças políticas e admiradores da homenageada. Valéria Macedo destacou a trajetória de Miguelina Vecchio, também vice-nacional do PDT, à frente da luta pela garantia de direitos das mulheres, combate à violência, empoderamento feminino, entre outras bandeiras importantes.

A deputada também ressaltou a atuação da homenageada pela equidade de gênero e participação da mulher na política, sendo referência dentro do PDT.

“Miguelina representa para nós, do movimento de mulheres, um exemplo de mulher forte, que luta em defesa das mulheres e que está sempre buscando, nacional e internacionalmente, a discussão de pautas importantes para as mulheres. Ela é uma referência para nós no partido, enquanto mulher e ativista política dos movimentos feministas”, lembrou.

Natural do Rio Grande do Sul, Miguelina Vecchio nasceu no dia 19 de janeiro de 1963. É bacharel em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS). No Maranhão, tem ampla participação na vida das mulheres, por meio de simpósios, reuniões do PDT Mulher, nas pautas de violência de gênero, entre tantos outros serviços prestados à causa.

“Miguelina sempre está conosco aqui no Maranhão, participando de seminários, simpósios, ministrando palestras nas universidades, no partido, nas comunidades, ou seja, sempre dando sua contribuição, orientando as mulheres sobre a importância da participação na sociedade e na política, principalmente. Ela tem uma lista longa de serviços prestados no Maranhão, no Brasil e, também, fora do país”, completou Valéria Macedo.

A homenageada agradeceu o reconhecimento e frisou que receber o título de “Cidadã Maranhense” em um estado tão grande, como é o Maranhão, é motivo de orgulho. Ela também afirmou que, aqui, sempre se sentiu abraçada.

“É muito importante, porque militância política é tão dura, que remete sempre a situações de embate e enfrentamento. Já os momentos de prazer e de regozijo são raros. Logo, esse reconhecimento é muito significativo. É uma coisa que adoça a alma da gente e nos mostra que militância política não é só a parte dura, mas há também quem reconheça o nosso trabalho. O Maranhão é um estado acolhedor e eu me sinto abraçada”, agradeceu.

AMT atualizada

A AÇÃO DA MULHER TRABALHISTA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, órgão que congrega todas os órgãos municipais de ponta que representam as mulheres, do Partido Democrático Trabalhista repudia toda forma de violência, seja ela implícita ou não, em todos os seus matizes.

Sabemos que a violência contra a mulher é sistêmica e se apresenta de diversas formas, desde a violência simbólica através da desumanização, a objetificação do gênero feminino até o estupro, passando pela violência psicológica indo até o feminicídio. E se faz presente em diversos espaços: na rua, em casa, no parto e até no ambiente virtual. E esse foi o caso. Machismo, misoginia e a naturalização de tais opressões em comportamento e discurso de ódio.

Lamentável, ter que vir a púbico rechaçar o machismo, a misoginia e a total falta de civilidade de um membro da direção nacional e exigir punição exemplar ao companheiro envolvido, conforme nosso estatuto.

O Brasil é um dos signatários desde 1979, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as formas de Discriminação contra a Mulher, a partir do qual resultaram legislações nacionais, declarações e convenções assinadas em decorrência da atuação de diferentes agências e organismos ligados à ONU, tais como Organização Internacional do Trabalho, a Organização Mundial da Saúde, Organização Estados Americanos. Nos anos 80, incentivado pelo processo de democratização política que engatinhava na sociedade brasileira, o movimento de mulheres iniciou um diálogo com o Estado, no sentido de reivindicar políticas que dessem respostas institucionais de prevenção e punição da violência praticada contra a mulher. Neste sentido, com a sensibilidade do grande líder Leonel Brizola passamos a ratificar importantes tratados internacionais a respeito de direitos humanos, Somos signatários, em 1994, da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher, conhecida como a Convenção de Belém do Pará.

No ano seguinte, 1995, na IV Conferência Mundial das Nações Unidas sobre a Mulheres em Beijing na China, nosso partido foi destaque consagrando todas as conquistas das mulheres, ressaltando o princípio da universalidade dos direitos humanos e o respeito á especificidade das culturas, explicitando em sua carta máxima, O ESTATUDO PARTIDÁRIO. Mas a distância entre compromissos assumidos e a sua efetividade por todos e enorme. O mundo contemporâneo vive o acirramento das suas contradições. As violências de gênero na internet não estão descoladas do ‘mundo real’. Também estão calcadas no desrespeito em relação as decisões das mulheres e em expectativas sobre o que seria um “comportamento feminino adequado” e nos espaços virtuais reproduzem discriminações construídas socialmente e podem ser componentes para reforçar violências contra as mulheres. Por todo o relato de nosso compromisso, pedimos imediatamente o afastamento do referido cidadão da Executiva Nacional, pela falta de hombridade e caráter ao manchar a vida pública de uma companheira.

Nossa indignação e solidariedade a companheira JULIANA BRIZOLA..

O primeiro desafio para lidar com a violência online baseada em questões de gênero, assim como as outras formas de violência contra mulheres, é o reconhecimento de determinadas ações como manifestações de violência. A banalização de manifestações de violência online sob a crença de que elas começam e terminam no meio digital, e que, portanto, são passageiras, é a primeira maneira de diminuir a gravidade desse problema. Não se pode separar o online do off-line em questões de violência de gênero;

Assim como todos os direitos, o direito à liberdade de expressão não é absoluto e está balizado por outros direitos, como o da não discriminação são grandes desafios a todos - homens e mulheres- que dizem defender a democracia, a justiça e a igualdade no mundo. Falou de uma, falou de todas. Mexeu com uma mexeu com todas. Para tanto, Exigimos, também a imediata retratação pública do referido cidadão.

Tânia Feijó 
Presidenta da AÇÃO DA MULHER TRABALHISTA/RS

FSM

 

Realizado dentro da programação do Fórum Social Mundial, em Salvador (BA), o debate sobre o manifesto “Unidade para Reconstruir o Brasil”, lançado em fevereiro deste ano pelas fundações ligadas aos partidos de esquerda (PDT, PT, PSOL e PC do B), reforçou a necessidade de ampliação da representatividade feminina em nível nacional, principalmente na política. A pauta foi levantada por Miguelina Vecchio, vice-presidente nacional do PDT e estadual da Fundação Leonel Brizola-Alberto Pasqualini (FLB-AP) no Rio Grande do Sul.

Ao lado dos presidentes dos presidentes das fundações Maurício Grabois, Perseu Abramo e Lauro Campos, Renato Rabelo, Marcio Pochmman e Franscisvaldo Mendes, respectivamente, Miguelina Vecchio, que também é presidente nacional da Ação da Mulher Trabalhista (AMT), iniciou sua participação prestando solidariedade à família e amigos da vereadora Marielle Franco, brutalmente assassinada na noite de ontem, no Rio de Janeiro.

Representando o presidente da FLB-AP, Manoel Dias, a pedetista cobrou a necessidade de um maior espaço para as mulheres no documento produzido pelas entidades vinculadas a partidos de esquerda.

“Quando li este manifesto, fiquei tranquila em saber que ele representa apenas um início, pois está bem aquém daquilo que nós mulheres merecemos, até porque os nossos problemas são os problemas do povo brasileiro, pois somos a metade da população”.

A redução das desigualdades sociais, a geração de empregos e a distribuição de renda, questões abordadas pelo manifesto como parte das novas diretrizes para um novo projeto nacional de desenvolvimento, também foram trazidas à tona pela pedetista sob a ótica da necessidade da institucionalização de conquistas do povo.

“Nós tínhamos interesse que o povo brasileiro saísse da miséria absoluta, e saiu. Naquele período saiu, mas nós, efetivamente, propugnamos pela emancipação do povo? Será que programas que tem o objetivo de emancipar o povo podem ser eternos ou devem ter começo, meio e fim? Ou será que essa emancipação só nos serve para discurso?, indagou.

“Temos que avaliar que tipo de política pública é essa que foi feita, que quando se muda o governo, simplesmente se acaba com todos os programas”, completou Vecchio.

A liderança feminina apontou ainda a necessidade de se repensar alguns aspectos da política econômica. “Nunca neste país banqueiro ganhou tanto dinheiro. Pontos devem ser revistos, pois este tipo de política influencia todas as outras, a exemplo da educação”, afirmou.

Para uma ampla plateia, ela lembrou que Leonel Brizola batalhou, ao longo de sua vida, pela educação em tempo integral a partir dos Cieps, que supre as necessidades da criança no processo de crescimento.

“Hoje, a grande maioria dos estudiosos dizem que a única maneira de erradicar o trabalho infantil, de fato, é com a escola em tempo integral. Até a direita já defende esta questão ao ver que não tem espaço para não defender”, disse, ao completar: “Se nós tivéssemos construído isso lá no tempo do nosso velho Brizola, talvez o povo estivesse um pouco mais esclarecido, e já estaríamos promovendo a verdadeira emancipação do povo, que passa necessariamente pela educação”.

Após criticar algumas alianças políticas que, segundo a vice-presidente, acabam por colocar em risco as ideologias da esquerda em prol da governabilidade, destacou o exercício da autocrítica como um passo importante para avançarmos em algumas questões.

“Não conseguimos ainda fazer com que o povo brasileiro compreenda que o setor elétrico de nosso país, passando para falar das grandes concessões de rádio e televisão, e chegando ao pré-sal, são de sua propriedade”, alertou.

Para a pedetista, a esquerda não tem consigo, pelo discurso, construir essa compreensão, que é fundamental para que os brasileiros consigam separar e identificar as diferenças entre o campo popular e as candidaturas de extrema-direita”.

Ao final, Miguelina fez referência a difícil missão de substituir Manoel Dias, que por questões de saúde não pôde comparecer ao evento, e falou sobre a importância da interação com a sociedade enquanto elemento transformador da vida das pessoas.

“O sujeito da mudança é um sujeito difícil de ser construído, mas acredito muito no trabalho realizado pelos coletivos, não só o de mulheres, mas tantos outros que estão organizados e que tem prestado um grande serviço a nossa sociedade. Vamos dar nossa contribuição para o manifesto sob a ótica de gênero”, concluiu.

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Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher O dia 25 de novembro foi declarado Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher, no Primeiro Encontro Feminista da América Latina e Caribe realizado na cidade de Bogotá em 1981, como justa homenagem a “Las Mariposas”, codinome utilizado em atividades clandestinas pelas irmãs Mirabal, heroínas da República Dominicana brutalmente assassinadas em 25 de novembro de 1960.

Minerva, Pátria e Maria Tereza ousaram se opor à ditadura de Rafael Leônidas Trujillo, uma das mais violentas da América Latina. Por tal atitude, foram perseguidas e presas juntamente com seus maridos. Como plano para assassiná-las, uma vez que provocaram grande comoção popular enquanto estavam presas, o ditador acabou por libertá-las, para em seguida simular um acidente automobilístico matando-as quando iam visitar seus maridos no cárcere. Seus corpos foram encontrados no fundo de um precipício estranguladas e com ossos quebrados.

A notícia do assassinato escandalizou e comoveu a Nação. Suas idéias, porém, não morreram. Seis meses mais tarde, em 30 de maio de 1961, Trujillo é assassinado e com ele cai a ditadura. Inicia-se, então, o processo de libertação do povo dominicano e de respeito aos direitos humanos, como quiseram Pátria, Minerva e Maria Tereza, cuja memória converteu-se em símbolo de dignidade, transcendendo os limites da República Dominicana para a América Latina e o mundo.

Salete Rozkowski

Secretária de organização do PDT Nacional.

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A data de 29 de agosto foi escolhida como o dia da visibilidade lésbica  em 1996, durante a realização do 1º Seminário Nacional de Lésbicas (SENALE), organizado pelo Coletivo de Lésbicas do Rio de Janeiro (COLERJ). Passando a representar um marco na luta pela visibilidade e  garantia dos direitos das mulheres lésbicas.É  um dia de discussões e balanços dos avanços e retrocessos na luta contra o machismo e a homofobia . Toda a opressão que de forma violenta proporciona as mulheres lésbicas constrangimento , assédio e humilhação.

É um dia de reafirmação  das mulheres lésbicas e principalmente para que a sociedade as enxergue na sua totalidade . Para serem lembradas em suas peculiaridades ,  em relação aos seus direitos sexuais , reprodutivos  que não são levados em conta pelo poder público  . Visibilizar é perceber e este é o objetivo da data. Fazer com que a sociedade perceba as mulheres em sua diversidade. Essa luta é de todas as mulheres.

Waleska Vasconcellos

Secretária de Formação da AMT/RS

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Quando pensamos na Lei Maria da Penha , imediatamente nos vem a mente apenas o enfoque criminal , da punição , dos castigos... A LMP é muito mais do que isso! A lei 11340/2006  é o reconhecimento de algo que sempre ficou no âmbito privado e portanto não tinha nenhum tipo de intervenção da esfera pública.

A sociedade, como um todo, inclusive, repetia jargões – Em briga de marido e mulher , ninguém mete a colher”- , justificando “essa não intromissão” e entendendo que as mulheres são propriedades dos homens. A violência doméstica  de gênero é aquela  em que o agressor tem uma relação muito próxima da vítima e por isso atinge em cheio as famílias.

Essa violência se reflete na Escola , através de mudança de atitude , baixo rendimento , depressão de quem sofre(no caso aqui , alunos e alunas)

Por isso esse é um dos grandes desafios da LMP é  levá-la para as escolas, através de atividades que tenham por objetivos formar novos cidadãos e novas cidadãs. Esta revista em quadrinhos é uma das ferramentas para introduzirmos o tema na escola. Discutimos esse tema na escola,  é de suma importância para alcançarmos uma sociedade mais justa e igual para toda a população.

Que essa seja o primeiro de muitos materiais pedagógicos que iremos produzir para instrumentalizar os professores.

Por uma sociedade sem machismo e com mais respeito a todos e todas!

Waleska vasconcellos

Maria da penha viol ncia contra a mulher Foto EBC

Ao longo das últimas décadas, o reconhecimento da violência contra as mulheres como uma violação dos direitos humanos fez com que a proibição dessa prática se tornasse objeto de uma política global. Assim, o dever dos Estados de promulgar e aplicar leis que coíbam e penalizem a violência contra as mulheres está, desde o século passado, claramente estabelecido em numerosas convenções, declarações e tratados internacionais.

Nas ultimas décadas a violência contra as mulheres foi reconhecida como uma violação dos direitos humanos. De acordo com levantamento feito pela Organização das Nações unidas (ONU), em 139 países , aponta que 2/3 desses possuem legislações para o enfrentamento da violência contra as mulheres, mas essas leis variam muito em termos de abrangência e rigor.

No Brasil,  a lei nº  Lei 11.340 também conhecida como  Maria da Penha levou quase duas  décadas até ser sancionada em 2006.

 Maria da Penha Maia Fernandes (Fortaleza, Ceará, 1945) é uma farmacêutica bioquímica  brasileira que lutou para que seu agressor viesse a ser condenado, hoje ela é uma referência dos  movimentos de defesa dos direitos das mulheres, vítima emblemática da violência doméstica.

Lei 11.340 configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial: ... Além disso, a Lei Maria da Penha ampara a mulher dentro e fora de casa.

A Lei  11.340/2006 prevê medidas protetivas para a vítima e seus filhos, obriga o poder público a disponibilizar serviços de apoio (delegacias da mulher , centros de referências a mulher vítima de violência e abrigagem)e ajuda a salvar vidas com o auxílio a criação da lei do feminicídio de número 13.104/2015, classificando o homicídio de uma mulher por seu companheiro ou ex como crime hediondo, o que aumenta a pena do agressor.

Vida longa a essa lei e todo o arcabouço de medidas que a circundam!

Vida longa as mulheres do Brasil!

Waleska Vasconcellos

Secretária de Formação da AMT/RS

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A Ação da Mulher Trabalhista (AMT), juntamente com as presidentes e coordenadoras femininas de vários partidos, participaram de uma reunião com a Bancada Feminina na Câmara dos Deputados para falar sobre a Proposta de Emenda à Constituição que estabelece a garantia de 10% das vagas efetivas para as mulheres no Poder Legislativo (PCE 134).

De origem no Senado, a PEC prevê que 51 vagas sejam destinadas às mulheres, o que constitui 10% dos assentos em todos os âmbitos do legislativo: Câmara dos Deputados, assembleias legislativas e a Câmara Legislativa do Distrito Federal, sendo 12% na segunda eleição e 16% nas seguintes legislaturas.

Para Miguelina Vecchio, presidente nacional da AMT e vice-presidente nacional do PDT, é preciso construir uma legislação positiva para garantir às mulheres de todo o Brasil uma real possibilidade de participar de forma efetiva do processo político nacional.

“Em uma sociedade na qual as mulheres foram excluídas dos processos de poder, com um Congresso fundamentalista como esse, ou construímos uma legislação positiva, mesmo que transitória, ou as mulheres serão sub-representadas mesmo, por um longo tempo”, destaca.

Já Maria Tereza Cunha, presidente da AMT do Paraná, chama a atenção de todos os deputados federais para acelerar a votação desse projeto tão importante.

“Este é um momento de Crucial importância para as mulheres brasileiras na política, vamos trabalhar para conseguir estabelecer esses 10%, temos que pressionar todos os deputados federais, inclusive dos demais partidos, aos quais tenhamos acesso”.

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Dia 20 de junho de 2017 ocorreu no Palácio Piratini a posse do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher.

A executiva do conselho ficou composta pelas seguintes conselheiras:

Presidente: Salete Beatriz Roszkowski

Vice Presidente: Risângela de Fátima Gracia Dorneles

Secretária Geral: Walesca Vasconcellos

Secretária de Comunicação: Karin Uchôa

Secertária de Formação: Silvana COnti

Secretária de Art. e Mobilização: Rejane Brum

Tesoureira: Susan Maciel

Secretária Executiva: Maria Odete Bento

O Conselho fica localiza-se na rua Miguel Teixeira, 86, Cidade Baixa em Porto Alegre, fone 51 3361-08321 e 3361-0833.

O e-mail para contato é Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.