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Foi instalada a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os aumentos exorbitantes de preços de medicamentos e insumos utilizados no tratamento dos pacientes da Covid-19 no RS. O deputado Luiz Marenco (PDT) é um dos onze membros titulares.

A CPI terá 120 dias para ouvir representantes do setor público e privado e da indústria farmacêutica para apurar as razões do aumento exorbitante desses medicamentos, que chegou a superar os 400%. O cisatracúrio, um bloqueador neuromuscular, por exemplo, teve aumento médio de 434%. Já um tipo de relaxante muscular, subiu 362%.
“Não podemos aceitar que a lógica do lucro acima de qualquer coisa prevaleça neste momento. São vidas que estão sendo comprometidas, são dores terríveis impostas a pacientes. Isso é inaceitável”, afirmou o deputado. “É claro que nosso papel é ouvir antes de condenar, mas é bastante difícil crer que haja um motivo aceitável para que os medicamentos e insumos subam de preço desta forma", concluiu Marenco.

 

Foto: Celso Bender

Foto: Celso Bender

Foi sancionado hoje pelo governador do Estado o PL 457/2019, autoria do deputado Luiz Marenco (PDT), que denomina a ERS-536, em toda a sua extensão, como Rodovia Cenair Maicá. 

Cenair Maicá foi um cantor, músico e compositor, considerado como um dos mais importantes artistas do sul do Brasil, referência da música gaúcha. Oriundo de uma família de músicos e intérpretes, sendo o mais consagrado deles, teve uma trajetória meteórica, uma obra de poucos discos em virtude de sua morte prematura, mas de fundamental importância no cenário poético-musical do Rio Grande do Sul. Gravou com Noel Guarany o compacto Filosofia de Gaudério e o CD Troncos Missioneiros, com Jayme Caetano Braun, Noel Guarany e Pedro Ortaça. Individualmente, registrou mais cinco discos, dentre os quais, Canto dos Livres, o mais consagrado de seus trabalhos, no qual pode expressar sua maturidade artística.

Cenair foi cantor das águas, dos rios, das matas e das missões. Suas obras são recheadas de símbolos ecológicos e sociais. Possuem características missioneiras dos dois lados do Rio Uruguai, retratando as vivências do homem civil na sua construção artística.

“Tive a grata oportunidade de conhecê-lo, de tê-lo como uma das minhas influências e de agora poder homenagear este grande artista e grande gaúcho. Exaltar o seu nome é buscar fazer com que seu legado esteja, para sempre, eternizado na memória cultural do Rio Grande do Sul e que sua obra e mensagem permaneçam vivas também para as próximas gerações”, diz Marenco.

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Os deputados pedetistas Eduardo Loureiro e Luiz Marenco protocolaram nesta terça-feira (21) na Assembleia Legislativa, o projeto de lei que declara o Festival da Barranca como bem integrante do patrimônio cultural imaterial do Rio Grande do Sul. A proposta conta com parecer técnico favorável emitido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (IPHAE).
O Festival da Barranca nasceu em 1972, sendo considerado o mais antigo em atividade no Estado, com 48 edições ininterruptas. Organizado pelo Grupo de Arte Os Angueras, chega a reunir 350 pessoas, entre músicos, poetas, compositores, instrumentistas e cantores, sempre entre a quinta-feira e o sábado da Semana Santa, apresentando um diferencial em relação a outros festivais nativos: no começo do evento, uma comissão julgadora escolhe um tema e os barranqueiros têm até a noite do sábado de Aleluia para compor a partir do que foi proposto.
Além dos diferenciais musicais, o festival tem moeda própria, o Manduca, além de possuir culinária campeira, com destaque para a carne assada, o charque e o aipim. Os parlamentares autores do projeto de lei ressaltam que o festival configura-se como uma forma de expressão, folclore, saber e conhecimento tradicional, além de ser um espaço coletivo de referências à identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade gaúcha.
O deputado Loureiro já era o autor da Lei 14.850/2016, que incluiu o festival no Calendário Oficial de Eventos do Estado e o declarou manifestação de relevância cultural para os gaúchos.

 

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Na última sexta-feira, o deputado Luiz Marenco (PDT) e o deputado federal Marlon Santos (PDT), realizaram agenda conjunta na cidade de Cachoeira do Sul, para anunciar o recurso de R$ 15 milhões para a construção do Hospital do Futuro, junto ao Hospital de Caridade e Beneficência do município. O valor virá de emendas parlamentares e garante o início das obras para este ano.

Marenco comemorou a boa notícia para a comunidade, tendo em vista a importância dos investimentos em saúde. Numa área de 3 mil metros quadrados o hospital terá cinco pavimentos com leitos de UTI, internações pelo SUS e ampliação do espaço para hemodiálise.

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Na tarde de ontem, o deputado Luiz Marenco (PDT) formalizou a assinatura do projeto de lei nº 227/2019, cujo objetivo é legalizar e normatizar a doação e a reutilização de gêneros alimentícios e excedentes de alimentos no Estado. A ideia é permitir que entidades públicas ou privadas que atendam pessoas em situação de exclusão ou vulnerabilidade social, sujeitos à insegurança alimentar ou nutricional, possam receber doações de alimentos não distribuídos para o consumo que tenham sido mantidos adequadamente conservados, oriundos de cozinhas industriais, buffets, restaurantes, padarias supermercados, feiras, etc.
Hoje não é possível direcionar os alimentos que perderam seu valor comercial para doação devido à rigidez da legislação, que culpabiliza o doador e coloca parâmetros praticamente inviáveis para aqueles que desejem doar o excedente do seu estabelecimento. Esse excessivo rigor na responsabilização, nos âmbitos civil e penal, dificulta as doações e contribui para o descarte de alimentos.
Calcula-se que a família brasileira joga fora quase 130 quilos de comida por ano, uma média de 41,6 quilos por pessoa. Outros dados estimam, com base em indicativos da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), que 8,7 milhões de toneladas da produção total de alimentos são desperdiçadas por ano no Brasil, representando um volume inacreditável de refeições indo literalmente para o lixo, num país onde 22,6% da população enfrenta algum nível de insegurança alimentar e que tem 54,8 milhões de pessoas vivendo com até 5,5 dólares por dia, linha de pobreza proposta pelo Banco Mundial.
“É preciso que a legislação evolua, que o rigor seja reduzido, sem perder a segurança alimentar. Não é possível que haja tanta gente passando necessidade, tanta gente comendo restos retirados do lixo e toneladas de alimentos sendo colocadas fora todos os dias no nosso Estado. É uma questão de humanidade e respeito ao próximo. Precisamos agir para mudar essa realidade e permitir aqueles que têm vontade e possibilidade de contribuir para matar a fome de outro(a) gaúcho(a) possa fazer isso sem medo de ser punido pelo seu senso de responsabilidade social e solidariedade”, afirma Marenco.